"Desde toda eternidade, Deus, pelo muito sábio e santo conselho da sua própria vontade, ordenou livre e inalteravelmente tudo quanto acontece, porém de modo que nem Deus ó autor do pecado, nem violentada é a vontade da criatura, nem é tirada a liberdade ou contingência das causas secundárias, antes estabelecidas."
1. Os decretos de Deus são soberanos (Is 40.13,14; Rm 9.15-18)
2. O decreto inclui e determina os meios e condições dos quais os eventos dependem (Ef 2.8; 2 Ts 2.13)
3. O decreto é um proposito que é infalivelmente eficaz (Mt 16.21; Lc 24.44)
1. Os decretos de Deus são soberanos (Is 40.13,14; Rm 9.15-18)
2. O decreto inclui e determina os meios e condições dos quais os eventos dependem (Ef 2.8; 2 Ts 2.13)
3. O decreto é um proposito que é infalivelmente eficaz (Mt 16.21; Lc 24.44)
O apostolo Paulo quer dizer que Deus, desde toda a eternidade teve um plano imutável com referencia a sua criação. Determinando todas as coisas que venham a suceder. Não é condicional, porém, é absolutamente soberano, dependendo somente do seu "sábio e santo conselho de sua própria vontade".
Nenhum evento de seu plano está isolado. As ações livres de agentes livres constituem um elemento eminentemente importante e efetivo no sistema de coisas, por exemplo, as ações pecaminosas dos homens: "A este que foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, prendestes, crucificastes e mataste pelas mãos de injustos" Atos 2.23. Isso não quer dizer que Deus aprova estas atitudes, porém, permite que o agente mau realize. O decreto perfeito de Deus, que, pela lei moral que condena todo pecado, também, determinará o fim, dirigindo suas consequências para o bem, "Vós bem intentastes o mal contra mim; porém Deus o intentou para o bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar muita gente com vida." Gn 50.20.
